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	<title>Páginas Ambientais</title>
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	<description>O que há de interessante sobre Meio Ambiente</description>
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		<title>Páginas Ambientais</title>
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		<title>Brasil conhece pouco sobre espécies nativas de liquens, diz cientista</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 23:32:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagobiologo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído de Ambiente Brasil. O conhecimento do Brasil sobre suas próprias espécies de liquens ainda é pequeno, segundo a análise de uma pesquisadora da Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (Unesp), que já identificou mais de 20 liquens diferentes só no estado de São Paulo. Liquens ocorrem como resultado da parceria entre fungos com algas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paginasambientais.wordpress.com&amp;blog=10438358&amp;post=1267&amp;subd=paginasambientais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Extraído de Ambiente Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">O conhecimento do Brasil sobre suas próprias espécies de liquens ainda é pequeno, segundo a análise de uma pesquisadora da Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (Unesp), que já identificou mais de 20 liquens diferentes só no estado de São Paulo.</p>
<p style="text-align:justify;">Liquens ocorrem como resultado da parceria entre fungos com algas verdes ou cianobactérias. Este tipo de “vida a dois” se chama simbiose e significa que ambos (o fungo e a alga) precisam permanecer juntos e morrem quando separados. A união traz benefícios à vida de pelo menos um dos parceiros envolvidos.</p>
<p style="text-align:justify;">Para a cientista Patrícia Jungbluth, pós-graduanda no Departamento de Botânica do Instituto de Biociências da universidade, o número de especialistas sobre liquens no país não é grande. “Não deve passar de uma dezena e parte dessas pessoas são pós-graduandas como eu”, diz a pesquisadora, que chegou a divulgar a existência de cinco novos liquens somente em 2011.</p>
<p style="text-align:justify;">Até o final de 2012, ela deve concluir a análise de outra espécie. “Nós acabamos descobrindo muito mais do que publicamos”, conta Patrícia. “Até no quintal da chácara dos meus pais eu encontrei duas espécies novas”, afirma a especialista, que acredita que sejam conhecidas pouco mais de metade dos liquens existentes no Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">Mesmo com a fartura de espécies no país, o campo pouco atrai os recém-graduados em biologia. “Os estudantes de hoje se interessam mais por outras áreas, muitos saem da graduação sem sequer terem ouvido falar de líquens”, diz Patrícia.</p>
<p style="text-align:justify;">Já Patrícia levou seu gosto por esses seres vivos durante toda a sua formação. Como tese de doutoramento em 2011, ela divulgou a existência de uma espécie de líquen nomeada Pyxine jolyana, que produz uma substância que pode ser capaz de afastar animais herbívoros e fungos. O líquen foi detectado em três municípios paulistas: Peruíbe, Ubatuba e São Luís do Paraitinga.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Uso comercial</strong> – Conhecer as espécies e classificá-las faz parte do trabalho da taxonomista. “Essa é a base para as pesquisas posteriores. Ao saber quais são os liquens, eu posso realizar estudos para ver, por exemplo, se os líquens podem fornecer substâncias úteis à farmacologia”, diz.</p>
<p style="text-align:justify;">Algumas espécies alcançam apenas 1 centímetro durante toda a vida, enquanto outras como as barbas-de-bode podem chegar a 2 metros no Brasil. Mas em todos os casos, esse crescimento é lento, apenas milímetros durante um ano.</p>
<p style="text-align:justify;">Na Europa e nos Estados Unidos, substâncias contra o câncer, fungos e bactérias são extraídas dos liquens. “Esses países são zonas temperadas, com menor diversidade. Aqui no Brasil esse potencial deve ser muito maior”, acredita a pesquisadora, que confessa que os estudos com líquens requerem paciência para trazer resultados. “As pessoas são muito imediatistas, trabalhar com líquen não vai render dinheiro a princípio.”</p>
<p style="text-align:justify;">Liquens podem ser usados como indicadores para a qualidade do ar. “Quando um ambiente está desequilibrado, pode haver uma interferência na simbiose e o líquen pode morrer”, diz Patrícia. Este tipo de dano pode ser causado pela presença de metais pesados no ar e nas águas das chuvas, que podem ser absorvidos pelos liquens.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ameaça</strong> – Outro emprego dos líquens está na indústria de perfumes, que utiliza substâncias dos seres vivos simbióticos para fixar as essências, mas pode chegar a explorá-los sem controle. Segundo Patrícia, não existe um padrão para o aproveitamento dessas espécies.</p>
<p style="text-align:justify;">“Como poucas pessoas pesquisam sobre os liquens, não existem regras para protegê-los”, afirma. “O ideal seria que a indústria tentasse fazer a substância fixadora em laboratório, sem a extração indiscriminada das espécies.”</p>
<p style="text-align:justify;">O desmatamento também ameaça os liquens e pode fazer com que espécies inteiras desapareçam sem que os pesquisadores cheguem a identificá-las. “Elas somem antes que a gente possa saber se um dia podem ser úteis ao ser humano”, diz a cientista.<em> (Fonte: G1)</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/paginasambientais.wordpress.com/1267/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/paginasambientais.wordpress.com/1267/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/paginasambientais.wordpress.com/1267/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/paginasambientais.wordpress.com/1267/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/paginasambientais.wordpress.com/1267/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/paginasambientais.wordpress.com/1267/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/paginasambientais.wordpress.com/1267/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/paginasambientais.wordpress.com/1267/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/paginasambientais.wordpress.com/1267/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/paginasambientais.wordpress.com/1267/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/paginasambientais.wordpress.com/1267/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/paginasambientais.wordpress.com/1267/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/paginasambientais.wordpress.com/1267/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/paginasambientais.wordpress.com/1267/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paginasambientais.wordpress.com&amp;blog=10438358&amp;post=1267&amp;subd=paginasambientais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Agricultura tem que se comprometer com o planeta na Rio+20, diz FAO</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 23:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagobiologo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído de Ambiente Brasil. A agricultura tem que se comprometer com o planeta e participar ativamente da próxima Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que vai acontecer em junho, disse nesta terça-feira (24) o diretor-geral do setor da ONU voltado para Alimentação e Agricultura (FAO), José Graziano. Ele, que participa do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paginasambientais.wordpress.com&amp;blog=10438358&amp;post=1265&amp;subd=paginasambientais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Extraído de Ambiente Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">A agricultura tem que se comprometer com o planeta e participar ativamente da próxima Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que vai acontecer em junho, disse nesta terça-feira (24) o diretor-geral do setor da ONU voltado para Alimentação e Agricultura (FAO), José Graziano.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele, que participa do Fórum Social Mundial, que teve início em Porto Alegre (RS), afirmou que todos os ministros da agricultura, “do mundo todo”, têm que estar presentes na conferência para que a produção se comprometa de forma efetiva a limpar o planeta.</p>
<p style="text-align:justify;">“A agricultura não é só parte do problema, também é parte da solução da questão ambiental, tem muito que contribuir no desenvolvimento sustentável do planeta, encontrando técnicas menos agressivas com o meio ambiente, ajudando com a energia limpa e redistribuindo melhor a produção”, disse.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo Graziano, o setor contribui com 30% das emissões de gases de efeito estufa, que provocam o aquecimento global, e que é necessário conscientizar os agricultores. O brasileiro assumiu a FAO no início de 2012.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Rio+20</strong> – De acordo com a organização da conferência da ONU, o encontro estará dividido em três fases. De 13 a 15 de junho está prevista a 3ª Reunião do Comitê Preparatório, que deverá acertar os últimos detalhes da negociação diplomática baseada nos três pilares do desenvolvimento sustentável (o econômico, o social e o ambiental).</p>
<p style="text-align:justify;">De 16 a 19 de junho serão programados eventos com a sociedade civil e de 20 a 22 do mesmo mês acontece o encontro com a presença dos chefes de estado. A conferência que o Rio de Janeiro sediará é de uma modalidade de “uma por geração”, realizada a cada 20 anos. Portanto, deve definir objetivos políticos mais amplos.</p>
<p style="text-align:justify;">No último dia 11, foi divulgado o primeiro rascunho do texto-base que vai pautar o encontro. Denominado “Draft Zero” (Rascunho Zero, na tradução do inglês), o material de 19 páginas convoca os países a criar soluções para erradicar a pobreza no mundo, reduzir o impacto na biodiversidade, além de resolver questões diplomáticas como a criação de uma “agência ambiental” independente, que seria sediada no Quênia.</p>
<p style="text-align:justify;">O documento, que poderá ser modificado até o início da conferência, afirma que entre 2012 e 2015, as nações terão que criar metas para se chegar a uma economia verde, colocadas em prática em três anos e consolidadas até 2030. Apesar do apelo, organizações ambientais consideram o texto pouco ambicioso, principalmente nas questões sobre mudança climática. <em>(Fonte: Globo Natureza)</em></p>
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		<title>Brasileiros encerram expedição científica no interior da Antártica</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 21:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagobiologo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído de Ambiente Brasil, com alterações de Thiago Soares. Cientistas que integram a expedição Criosfera, que teve o objetivo de instalar no interior da Antártica um módulo para monitoramento meteorológico e coleta de informações sobre a mudança do clima, encerraram oficialmente nesta segunda-feira (23) a operação no Polo Sul e devem retornar ao Brasil esta [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paginasambientais.wordpress.com&amp;blog=10438358&amp;post=1263&amp;subd=paginasambientais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Extraído de Ambiente Brasil, com alterações de Thiago Soares.</p>
<p style="text-align:justify;">Cientistas que integram a expedição Criosfera, que teve o objetivo de instalar no interior da Antártica um módulo para monitoramento meteorológico e coleta de informações sobre a mudança do clima, encerraram oficialmente nesta segunda-feira (23) a operação no Polo Sul e devem retornar ao Brasil esta semana.</p>
<p style="text-align:justify;">A equipe, composta por pesquisadores de sete instituições nacionais, como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), chegou à região inóspita em dezembro passado, com o objetivo de instalar equipamentos que serão operados remotamente do Inpe, em São José dos Campos (SP).</p>
<p style="text-align:justify;">Montado a 2.500 km de distância da Base Antártica Comandante Ferraz, mantida pela Marinha na costa da região, o Criosfera 1 verificará a quantidade de dióxido de carbono na região e medirá a presença de carbono negro, resultante da fuligem (subproduto de queimadas e uso de combustíveis fósseis).</p>
<p style="text-align:justify;">Em parceria com institutos do Chile, os pesquisadores brasileiros também analisarão o impacto da mudança climática no Centro da Antártica.</p>
<p style="text-align:justify;">Em entrevista ao Globo Natureza no último dia 13, o professor Jefferson Simões, cientista e explorador polar, disse que o objetivo do projeto é contribuir com pesquisas internacionais sobre o tema e reforçar a participação do Brasil no Tratado da Antártica. A equipe ficou acampada em barracas e enfrentou temperatura média de – 20 ºC, com sensação térmica de – 41 ºC. <em>(Fonte: Globo Natureza)</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/paginasambientais.wordpress.com/1263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/paginasambientais.wordpress.com/1263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/paginasambientais.wordpress.com/1263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/paginasambientais.wordpress.com/1263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/paginasambientais.wordpress.com/1263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/paginasambientais.wordpress.com/1263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/paginasambientais.wordpress.com/1263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/paginasambientais.wordpress.com/1263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/paginasambientais.wordpress.com/1263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/paginasambientais.wordpress.com/1263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/paginasambientais.wordpress.com/1263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/paginasambientais.wordpress.com/1263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/paginasambientais.wordpress.com/1263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/paginasambientais.wordpress.com/1263/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paginasambientais.wordpress.com&amp;blog=10438358&amp;post=1263&amp;subd=paginasambientais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Piscina de água doce se expande no Ártico, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 21:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagobiologo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído de Ambiente Brasil. Uma enorme piscina de água doce no Oceano Ártico está se expandindo e pode baixar a temperatura da Europa, ao diminuir a velocidade da corrente oceânica, disseram cientistas britânicos neste no domingo. Usando satélites para medir a altura da superfície do mar de 1995 a 2010, cientistas do University College of [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paginasambientais.wordpress.com&amp;blog=10438358&amp;post=1261&amp;subd=paginasambientais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Extraído de Ambiente Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma enorme piscina de água doce no Oceano Ártico está se expandindo e pode baixar a temperatura da Europa, ao diminuir a velocidade da corrente oceânica, disseram cientistas britânicos neste no domingo.</p>
<p style="text-align:justify;">Usando satélites para medir a altura da superfície do mar de 1995 a 2010, cientistas do University College of London e do National Oceanography Centre descobriram que a superfície oeste do Ártico subiu cerca de 15 centímetros desde 2002. O volume de água doce aumentou em pelo menos 8.000 quilômetros cúbicos, ou cerca de 10% de toda a água doce do Oceano Ártico.</p>
<p style="text-align:justify;">O aumento pode ser devido aos fortes ventos do Ártico que fazem com que uma corrente oceânica chamada Giro Beaufort aumente, fazendo o nível do mar se elevar.</p>
<p style="text-align:justify;">O Giro Beaufort é uma das correntes oceânicas menos compreendidas do planeta. Alguns cientistas acreditam que os ritmos naturais do Giro podem ser afetados pelo aquecimento global e isso pode trazer graves complicações para a circulação do oceano e no aumento dos níveis do mar.</p>
<p style="text-align:justify;">Modelos climáticos sugerem que o vento soprando na superfície do mar formou uma cúpula no meio do Giro Beaufort, mas existem poucos estudos para confirmar isso.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com a pesquisa, se o vento mudar de direção, o que aconteceu entre meados da década de 1980 e meados da seguinte, a piscina de água doce poderá vazar para o resto do Oceano Ártico e até mesmo para o norte do Atlântico.</p>
<p style="text-align:justify;">Isso poderá esfriar a Europa ao diminuir uma corrente oceânica vinda da Corrente do Golfo, que mantém o clima da Europa relativamente moderado, comparado a países com latitudes semelhantes.</p>
<p style="text-align:justify;">“Nossas descobertas sugerem que uma inversão do vento poderá resultar na liberação dessa água doce para o resto do Oceano Ártico e além”, disse a principal autora do estudo publicado no Nature Geoscience Journal, Katharine Giles. <em>(Fonte: Portal iG)</em></p>
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		<title>Brasil precisa recuperar 30 anos na Antártica, diz pesquisador</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 21:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagobiologo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído de Ambiente Brasil, com alterações de Thiago Soares. Pesquisadores brasileiros terminaram na última terça-feira (17) o processo de instalação do primeiro módulo de estudos no interior Antártica, após 27 dias de investigações. Segundo o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e líder da Expedição Criosfera, Jefferson Simões, com essa iniciativa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paginasambientais.wordpress.com&amp;blog=10438358&amp;post=1259&amp;subd=paginasambientais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Extraído de Ambiente Brasil, com alterações de Thiago Soares.</p>
<p style="text-align:justify;">Pesquisadores brasileiros terminaram na última terça-feira (17) o processo de instalação do primeiro módulo de estudos no interior Antártica, após 27 dias de investigações. Segundo o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e líder da Expedição Criosfera, Jefferson Simões, com essa iniciativa o Brasil tenta recuperar um atraso de 30 anos nas pesquisas no continente gelado.</p>
<p style="text-align:justify;">“O programa antártico começou há 30 anos, mas os investimentos só ganharam maior vulto nos últimos anos. Dos países dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o nosso é o que menos libera verbas para as pesquisas, isso que somos muito mais afetados pelos impactos climáticos do continente”, afirma o cientista, que comandou uma equipe de 17 pesquisadores durante a expedição. Segundo ele, estima-se que a China investe até dez vezes mais que o Brasil em pesquisas no continente.</p>
<p style="text-align:justify;">“O Brasil tem uma visão errada de que a Amazônia é mais importante que a Antártica. Não estamos isolados do resto do mundo e precisamos ter clareza de que todas as mudanças que ocorrem no continente antártico afetam diretamente o cotidiano dos brasileiros, o nosso clima é reflexo dessas transformações”, afirma. Simões cita como exemplo dessa influência, as frentes frias formadas na região que avançam sobre o Brasil durante o inverno e trazem impactos para a agricultura. “E não são somente as regiões mais próximas da Antártida que são atingidas. As friagens, por exemplo, afetam até a Amazônia”.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com o pesquisador, a instalação de um módulo no interior do continente gelado vai viabilizar estudos mais aprofundados sobre a geologia, glaceologia, astronomia e química, além de permitir o monitoramento das condições climáticas e do impacto gerado pela poluição. “Isso marca uma nova fase do programa antártico brasileiro, que antes concentrava sua atuação apenas em análises feitas a partir da costa e do oceano”.</p>
<p style="text-align:justify;">Os investimentos do governo brasileiro nas pesquisas chegam a R$ 6 milhões por ano. Somado aos custos de logística – como equipes da Marinha e aviões da Força Aérea para o transporte de equipamentos – os recursos ultrapassam a marca de R$ 20 milhões. “Isso ainda é muito pouco se comparamos com outros projetos. Temos de levar em conta que, além do progresso científico que o Brasil pode conquistar a partir desses estudos, também existe uma questão política, já que o nosso País pode se posicionar à frente no debate global sobre o futuro do continente antártico”, afirma.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sobre o Criosfera I</strong> – A estrutura de um módulo instalado no interior da Antártica é mais compacta que a de uma estação, que costuma ser habitada durante quase todo o ano. Com 2,5 m de largura, 6 m de comprimento e 2,8 m de altura, ele tem a função de abrigar os equipamentos, embora comporte também quatro pesquisadores.</p>
<p style="text-align:justify;">O custo da estrutura, que foi fabricada na Suécia, ficou em torno de R$ 185 mil. Com os gastos em equipamentos e operação de transporte, a implantação do módulo brasileiro chega a R$ 930 mil, o que não é considerado um orçamento alto para os padrões de pesquisa no local. Caso não haja imprevistos, a instalação deverá funcionar por 15 anos.</p>
<p style="text-align:justify;">O módulo ficará monitorando aerossóis, íons marinhos, diversos compostos orgânicos voláteis, gás carbônico, além das condições meteorológicas do local. Os dados serão transmitidos via satélite para o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>
<p style="text-align:justify;">O único temor do pesquisador é que o frio extremo possa afetar a estrutura. “Tomamos todas as precauções para que não ocorram problemas, mas a temperatura onde o módulo foi instalado pode ultrapassar 60ºC negativos, o que pode comprometer os equipamentos”, afirma o pesquisador. Mas tudo ocorrer como programado, em dezembro o Brasil mandará uma nova equipe para a Antártida para monitorar o estudo. “O nosso plano é ter mais um módulo lá em pouco tempo, mas isso ainda depende dos investimentos”, completou. <em>(Fonte: Portal Terra)</em></p>
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		<title>Rio+20 será marco na história, diz diretora-geral da Unesco</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 23:14:31 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícia Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído de Ambiente Brasil. A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Irina Bokova, disse na quarta-feira (18) que a Conferência Rio+20, programada para ocorrer entre 13 e 22 de junho, no Rio de Janeiro, será um marco histórico mundial. A diretora-geral acrescentou ainda que o resultado [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paginasambientais.wordpress.com&amp;blog=10438358&amp;post=1255&amp;subd=paginasambientais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Extraído de Ambiente Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Irina Bokova, disse na quarta-feira (18) que a Conferência Rio+20, programada para ocorrer entre 13 e 22 de junho, no Rio de Janeiro, será um marco histórico mundial. A diretora-geral acrescentou ainda que o resultado da Rio+20 será de grande “importância” para o meio ambiente global nos próximos dez anos. As informações são da Unesco.</p>
<p style="text-align:justify;">“Rio+20 deve ser lembrada como um marco [histórico]. É o início de uma transição global verde. Essa é a visão da Unesco que orienta nosso trabalho no desenvolvimento de ações nas áreas de educação, ciências, cultura, informação e comunicação para um futuro mais sustentável”, disse Bokova.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo a diretora-geral, a conferência oferecerá ao mundo a “oportunidade única” de avançar na construção de uma agenda global para o desenvolvimento sustentável. De acordo com Irina Bokova, todos devem se esforçar na elaboração das propostas e na execução das ações – países desenvolvidos e em desenvolvimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Bokova disse ainda que a falta de diálogo entre os líderes políticos e gestores contribui para acentuar a “grave degradação dos recursos naturais do mundo”.</p>
<p style="text-align:justify;">Pelo menos cem presidentes da República e primeiros-ministros são esperados na Rio+20, além de 50 mil credenciados. Os demais números referentes às pessoas que trabalharão no evento – direta e indiretamente – e visitantes ainda estão sendo calculados.</p>
<p style="text-align:justify;">A Rio+20 ocorre duas décadas depois de outra conferência que marcou época, a Rio 92. O objetivo agora é definir um modelo internacional para os próximos 20 anos com base na preservação do meio ambiente, mas com o foco na melhoria da condição de vida a partir da erradicação da pobreza, por meio de programas sociais, da economia verde e do desenvolvimento sustentável para uma governança mundial.</p>
<p style="text-align:justify;">A conferência conta com o apoio e o comando da Organização das Nações Unidas (ONU). O secretário-geral do encontro é o diplomata chinês Sha Zukang. Porém, a presidenta da conferência é Dilma Rousseff. <em>(Fonte: Renata Giraldi/ Agência Brasil)</em></p>
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		<title>Perdas econômicas por catástrofes naturais batem recorde em 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 23:08:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagobiologo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído de Ambiente Brasil. As perdas econômicas provocadas por catástrofes naturais alcançaram um nível recorde em 2011, chegando a US$ 366 bilhões. As estimativas foram publicadas na quarta-feira (18) pela ONU e pelo Centro de Pesquisa sobre a Epidemiologia de Desastres. No total, a ONU computou 302 desastres naturais em 2011. Entre os considerados de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paginasambientais.wordpress.com&amp;blog=10438358&amp;post=1253&amp;subd=paginasambientais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Extraído de Ambiente Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">As perdas econômicas provocadas por catástrofes naturais alcançaram um nível recorde em 2011, chegando a US$ 366 bilhões. As estimativas foram publicadas na quarta-feira (18) pela ONU e pelo Centro de Pesquisa sobre a Epidemiologia de Desastres.</p>
<p style="text-align:justify;">No total, a ONU computou 302 desastres naturais em 2011. Entre os considerados de alto impacto, a organização incluiu as chuvas no Brasil, em janeiro.</p>
<p style="text-align:justify;">O prejuízo representa um aumento de 50% em relação ao recorde anterior, de US$ 243 bilhões, atingido em 2005. O terremoto que atingiu o Japão em março foi responsável por 57% do valor total, com uma perda de US$ 210 bilhões.</p>
<p style="text-align:justify;">Já a quantidade de vítimas atingiu 29.782. Cerca que 70% delas morreram em terremotos.</p>
<p style="text-align:justify;">“Se não nos prepararmos para o pior, muitos terremotos em áreas urbanas ao redor do globo vão causar ainda mais perdas humanas no futuro, na medida em que mais e mais pessoas se mudam para cidades”, declarou a diretora da Estratégia Internacional de Prevenção de Catástrofes das Nações Unidas (UNISDR), Margareta Wahkstrom, em comunicado.</p>
<p style="text-align:justify;">Os números da ONU também mostram que 206 milhões de pessoas foram afetadas pelos desastres naturais de 2011. Delas, 106 milhões foram atingidas por cheias, 60 milhões por secas (principalmente na China e no Chifre da África), e 34 milhões por tempestades.</p>
<p style="text-align:justify;">Também foram listados como desastres de alto impacto o furacão Irene, nos Estados Unidos, as enchentes na Tailândia, o terremoto na Turquia e a tempestade Sendong, nas Filipinas. Do total de catástrofes, 45% ocorreram na Ásia. <em>(Fonte: G1)</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/paginasambientais.wordpress.com/1253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/paginasambientais.wordpress.com/1253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/paginasambientais.wordpress.com/1253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/paginasambientais.wordpress.com/1253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/paginasambientais.wordpress.com/1253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/paginasambientais.wordpress.com/1253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/paginasambientais.wordpress.com/1253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/paginasambientais.wordpress.com/1253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/paginasambientais.wordpress.com/1253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/paginasambientais.wordpress.com/1253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/paginasambientais.wordpress.com/1253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/paginasambientais.wordpress.com/1253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/paginasambientais.wordpress.com/1253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/paginasambientais.wordpress.com/1253/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paginasambientais.wordpress.com&amp;blog=10438358&amp;post=1253&amp;subd=paginasambientais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>ANP vai incentivar uso de diesel menos poluente ao meio ambiente</title>
		<link>http://paginasambientais.wordpress.com/2012/01/17/1250/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 01:04:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagobiologo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído de ES Hoje. Há duas semanas está no mercado nacional o novo diesel S-50 – com limite de 50 partes por milhão (ppm) de enxofre – menos poluente do que os demais combustíveis da mesma família. A utilização do diesel S-50 atende a uma demanda ambiental. O diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paginasambientais.wordpress.com&amp;blog=10438358&amp;post=1250&amp;subd=paginasambientais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Extraído de ES Hoje.</p>
<p style="text-align:justify;">Há duas semanas está no mercado nacional o novo diesel S-50 – com limite de 50 partes por milhão (ppm) de enxofre – menos poluente do que os demais combustíveis da mesma família. A utilização do diesel S-50 atende a uma demanda ambiental.</p>
<p style="text-align:justify;">O diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Allan Kardec Duailibi, disse em entrevista ao programa <em>Revista Brasil</em>, da <strong>Rádio Nacional</strong>, que foi ao ar no último dia 13, que três tipos de diesel são comercializados no Brasil. O esforço a partir de agora, entretanto, será no sentido de incentivar a venda do diesel S-50, menos poluente. Segundo ele, os veículos mais antigos também poderão utilizar o novo diesel. Já os novos serão fabricados para utilização somente dos combustíveis do tipo S-50.</p>
<p style="text-align:justify;">O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), Alísio Vaz, disse que já existem 1.200 postos associados com o novo diesel. “No Brasil, tem mais postos do S-50 do que veículos para consumir esse tipo de combustível, porque o uso efetivo de novos caminhões não será imediato. Ainda há muitos veículos acumulados no pátio [das montadoras]”, disse.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele acrescentou ainda que as expectativas do mercado são positivas, o que deverá colocar o Brasil no mesmo nível dos países desenvolvidos no que se refere à qualidade do combustível, utilizado em território nacional.</p>
<p style="text-align:justify;">“Para chamar a atenção dos consumidores e dos [proprietários de] postos de combustíveis, a ANP distribuiu adesivos alertando o consumidor para quem pode abastecer usando o S-50. O Sindicom, também vai entregar cartilhas orientando os revendedores de combustíveis”, disse Duailibi.</p>
<p style="text-align:justify;">A substituição do diesel mais poluente, definida em 2002 pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), deveria ter entrado em vigor em 2009, mas só começou a sair do papel depois da intervenção da Justiça.</p>
<p style="text-align:justify;">Para 2013, o acordo prevê a substituição do S-50 por uma versão de diesel com teor de enxofre ainda menor, o S-10, com limite de 10 ppm de enxofre.</p>
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		<title>Burocracia ainda é um dos maiores entraves para a ciência brasileira</title>
		<link>http://paginasambientais.wordpress.com/2012/01/16/burocracia-ainda-e-um-dos-maiores-entraves-para-a-ciencia-brasileira/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagobiologo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído de Ambiente Brasil. Em um cenário de crescimento econômico e descobertas na área do petróleo, a produção científica brasileira foi alçada a patamares até então inéditos. Em cerca de 10 anos, a área de pesquisa deu um grande salto, tanto em quantidade quanto em qualidade, praticamente triplicando a participação dos pesquisadores brasileiros em relação [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paginasambientais.wordpress.com&amp;blog=10438358&amp;post=1248&amp;subd=paginasambientais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Extraído de Ambiente Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">Em um cenário de crescimento econômico e descobertas na área do petróleo, a produção científica brasileira foi alçada a patamares até então inéditos. Em cerca de 10 anos, a área de pesquisa deu um grande salto, tanto em quantidade quanto em qualidade, praticamente triplicando a participação dos pesquisadores brasileiros em relação ao total de pesquisas produzidas mundialmente, de cerca de 1% para 3%.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo o diretor de Cooperação Institucional do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Manoel Barral Netto, o aumento de verbas públicas para pesquisas é um dos principais fatores responsáveis por esse crescimento. “Claramente, há um aumento de volume, e ele tem sido oferecido de uma forma competitiva: são feitas as chamadas públicas, por meio de editais, que em geral são focados nas áreas de origem dos recursos. Houve um grande esforço, que ocorre devido ao aumento de verbas, e também ao estímulo para a formação de doutores”, explica.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Patricia Pranke, professora da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e participante do Instituto de Pesquisa com Células-tronco, houve uma grande mudança no cenário de pesquisas brasileiro. “A liberação de verbas aumentou nos últimos anos, antigamente era muito mais concorrido para se conseguir apoio à pesquisa”, comemora. Além disso, a professora ressalta o crescimento do intercâmbio de pesquisadores entre o Brasil e outros países, com grande investimento governamental em projetos como o Ciência Sem Fronteiras, do Ministério da Ciência e Tecnologia.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pesquisadores criticam burocracia</strong> – Entretanto, apesar dos avanços, Patricia afirma que ainda existem dificuldades e entraves, especialmente em aspectos como o tempo de importação de produtos para as pesquisas, além da demora para a aprovação de documentos. Mesmo tratando-se de um tema delicado e ainda novo para legislações de todo o mundo, a professora destaca a lentidão nesses processos, que podem demorar até dois anos quando envolvem células-tronco embrionárias. “Tem que ser aprovado pelo comitê, é claro, mas é muita burocracia; às vezes, o projeto volta umas cinco vezes”, relata.</p>
<p style="text-align:justify;">O principal ponto de crítica é a excessiva burocracia. Acostumada com os processos para liberação de verbas, Patricia afirma que chega a passar até um terço de seu horário de trabalho envolvida com questões legais: “Nós, pesquisadores, perdemos muito tempo com prestação de contas, e é um tempo muito nobre, que poderia ser usado para fazer pesquisa. A gente se envolve demais nisso”, ressalta.</p>
<p style="text-align:justify;">Os entraves burocráticos são umas das grandes deficiências ainda existentes, concorda Barral Netto, o que muitas vezes afasta o pesquisador de suas funções principais, transformando-o em burocrata. “É um grande problema no Brasil: a gente tem muito apoio para ciência e tecnologia, mas, em contrapartida, o próprio pesquisador precisa assumir serviços de administração que não fazem parte de suas funções. A atividade burocrática deveria estar sendo feita por outras pessoas”, afirma.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma das razões para isso, segundo o Diretor de Cooperação Institucional do CNPq, é o uso de uma legislação que não foi feita para a área de Ciência e Tecnologia. Entretanto, ele afirma que já está em andamento no Congresso Nacional um novo projeto para mudar a legislação da área, substituindo a atual por uma mais adequada à operação de ciência nos centros de pesquisa, em um prazo “não muito longo”.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Parcerias com o setor privado</strong> – Segundo Barral Netto, outra deficiência do país é a formação de profissionais qualificados, além da falta de parcerias com grandes empresas. “Esse é o grande ponto da nossa situação atual: formamos pouco mais de 12 mil doutores por ano. Além de dinheiro, você precisa ter gente capaz de utilizar bem esses recursos, e nós temos de formar um profissional com perfil mais atrativo para a empresa. O grande problema do Brasil ainda é falta de pessoal”, conclui.</p>
<p style="text-align:justify;">A professora da Faculdade de Farmácia da UFRGS também é favorável às parcerias entre os centros de pesquisa e o setor produtivo, afirmando que elas são positivas para o crescimento científico nacional, ao promover um intercâmbio entre as esferas pública e privada. Por outro lado, Patrícia acredita que o país ainda precisa progredir bastante no investimento em patentes, seguindo o exemplo de países que são referências no tema, como EUA, Japão e Coreia do Sul: “Para produzir tecnologia e inovação tem de haver pesquisa, e o Brasil ainda é muito carente de patentes”, frisa.</p>
<p style="text-align:justify;">Para José Carlos Pinto, professor de Engenharia Química da UFRJ, a cooperação entre empresas e laboratórios de pesquisa deve ser vista com cautela, pois, em alguns casos, pode haver uma dependência dos centros em relação à iniciativa privada, causada pela falta de verbas públicas para as instituições. “Nós temos muito investimento em infraestrutura, mas ele não é acompanhado de verbas para a manutenção dos laboratórios. A pesquisa cientifica de ponta é muito cara, os campi brasileiro viraram um campo de obras e as universidades estão crescendo, mas também é necessário suporte para infraestrutura. O País deveria ter um programa mais consistente de manutenção das atividades dos grandes laboratórios”, afirma.<br />
Consequentemente, acrescenta Pinto, ocorre um excesso de serviços prestados para a iniciativa privada: “Os laboratórios onde são feitas as pesquisas de ponta têm se mantido com prestação de serviços para grandes empresas, o que sobrecarrega a quantidade de trabalho feita neles”.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo o professor, essas parcerias são necessárias, mas sem que as empresas monopolizem os trabalhos dentro dos laboratórios. “A interface com o setor privado é fundamental, mas os grandes laboratórios não podem depender unicamente desses serviços. A ciência não deve estar refém da atividade produtiva: é preciso que haja fontes de financiamento do governo federal”, ressalta.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar das deficiências e dificuldades ainda enfrentadas, para grande parte da comunidade científica brasileira, o cenário é bastante promissor: “Não está uma maravilha, mas eu tenho uma visão muito otimista. Houve avanços na estrutura e no desenvolvimento das universidades brasileiras”, destaca o professor de Engenharia Química da UFRJ. Porém, com as conquistas, surgem novos desafios, que demandam um maior número de esforços e ações, como ressalta Pinto: “Ainda falta fomento consistente para a produção científica, e isso é efeito do ponto em que chegamos. A atividade de geração de conhecimento não deve ser relegada a um segundo plano”. <em>(Fonte: Portal Terra)</em></p>
<div></div>
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		<title>Carros menos poluentes em 2012.</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:27:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagobiologo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Impactos Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído do Ministério do Meio Ambiente. A partir de 2012, a população das cidades brasileiras tem razão de sobra para respirar aliviada. Medidas adotadas pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), que começam a valer no primeiro dia do ano, devem elevar a qualidade do ar nos centros urbanos a padrões internacionais nos próximos anos. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=paginasambientais.wordpress.com&amp;blog=10438358&amp;post=1246&amp;subd=paginasambientais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Extraído do Ministério do Meio Ambiente.</p>
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<p style="text-align:justify;">A partir de 2012, a população das cidades brasileiras tem razão de sobra para respirar aliviada. Medidas adotadas pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), que começam a valer no primeiro dia do ano, devem elevar a qualidade do ar nos centros urbanos a padrões internacionais nos próximos anos.</p>
<p style="text-align:justify;">É a fase P-7, do Programa Nacional de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores. Estão previstos níveis de redução de poluentes só atingidos até agora pelos países mais desenvolvidos.</p>
<p style="text-align:justify;">As novas regras, negociadas com a indústria e com os representantes da sociedade civil no Conama, prometem reduzir drasticamente a poluição que sai do escapamento de ônibus e caminhões. Juntos, eles são os maiores responsáveis pelo sufoco da população, emitem grande parte dos poluentes que afetam diretamente a saúde dos habitantes das cidades, principalmente grandes e médias.</p>
<p style="text-align:justify;">A ampliação da oferta no mercado do Diesel S-50 e sua substituição daqui a um ano pelo S-10, com teor de enxofre 50 vezes menor que o utilizado até agora, aliada aos Planos Estaduais de Controle da Poluição do Ar, que vierem com a obrigatoriedade da inspeção veicular, fazem parte do pacote que vai garantir uma melhor qualidade do ar nos grandes centros urbanos.</p>
<p style="text-align:justify;">Os Estados, de acordo com os níveis de poluição de suas cidades, podem optar ou não pela inspeção dos veículos usados.  &#8221;Nas regiões onde eles afetam a saúde e o meio ambiente, a medida deverá ser adotada&#8221;, avalia o secretário de ambiente urbano do MMA, Nabil Bonduki.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com informações do Proconve, está sendo ampliada em todo o País a oferta dos combustíveis menos poluentes nas bombas. A indústria já modificou totalmente os motores dos veículos pesados novos e, a partir de agora, os motoristas de carros já em uso vão  precisar medir os níveis de emissões de poluentes na hora de renovar a licença anual.</p>
<p style="text-align:justify;">Nas cidades que adotarem os novos critérios, a licença não sai para quem não estiver dentro dos limites, de acordo com o plano de cada um dos 26 estados. &#8220;Os níveis exigidos variam porque os problemas enfrentados por cada uma das cidades é diferentes&#8221;, explica o gerente de qualidade do ar do MMA, Rudolf Noronha.</p>
<p style="text-align:justify;">A redução da quantidade de poluentes lançados na atmosfera pela frota brasileira, que cresce em média 12% todo ano, já vem sendo sentida nos últimos anos. Nos carros de passeio, a redução gradativa que começou há vinte e cinco anos, entra na fase L-6 daqui a dois anos. O resultado será uma gasolina aditivada, de alta qualidade, baixo teor de enxofre e livre de chumbo, além de motores muito mais eficientes do ponto de vista ambiental.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nossos combustíveis estarão entre os menos poluentes do mundo&#8221;, assegura a diretora do Departamento de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Sérgia Oliveira. Para ela &#8220;o Proconve concretizou uma fase importantíssima, fruto de um trabalho intenso nos últimos três anos&#8221;. A melhoria da qualidade do ar vai ser sentida na redução de doenças respiratórias, que além dos prejuízos à saúde, principalmente de crianças e idosos, impactam no orçamento do Sistema Único de Saúde.</p>
</div>
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